Com Yamada Yuki, nova produção de seis episódios da HBO Max adapta mangá de ação histórico e estreou no streaming em 9 de maio.
A plataforma HBO Max adicionou em seu catálogo a série de ação e drama A Canção do Samurai. O projeto estreou globalmente em 9 de maio de 2026 e entrega uma alternativa direta para os espectadores que buscam táticas de espada e manobras políticas logo após a conclusão de Shōgun: A Gloriosa Saga do Japão. A produção japonesa adapta os volumes do mangá Chiruran: Shinsengumi Requiem, escrito pelo autor Umemura Shinya.
A narrativa documenta o colapso do período Edo sob a perspectiva de Hijikata Toshizo, interpretado pelo ator Yamada Yuki. O protagonista atua como um antigo lutador de rua que se integra ao grupo militar e precisa lidar com a quebra de lealdades frente ao declínio do xogunato no Japão feudal.
Os episódios ancoram seus minutos no conflito emocional entre Hijikata, o comandante Kondo Isami e o espadachim Okita Soji.
A condução da temporada fica sob a responsabilidade do diretor Watanabe Kazutaka. O cineasta estabeleceu seu rigor visual em suspenses da televisão asiática e obteve destaque na indústria ao dirigir a série e o filme Assim Falava Kishibe Rohan (2020–2023).
Seu projeto televisivo focou em uma estética simétrica e na construção gradual de tensão, trabalho que lhe rendeu o prestigiado Prêmio Galaxy em 2021. O diretor aplica essa mesma experiência de enquadramentos calculados para filmar os duelos do século XIX.
O projeto concentra investimentos de três empresas de mídia: a emissora TBS Television, o serviço U-Next e o estúdio The Seven — produtor das adaptações live-action de Alice in Borderland e Yu Yu Hakusho.
O roteirista Sakai Masaaki organiza a história em exatos seis episódios de 55 minutos. O elenco inclui os atores Suzuki Nobuyuki, Hosoda Kanata, Nakajima Kento e Go Ayano, com opção de áudio dublado em português.

A execução das batalhas em A Canção do Samurai dispensa a recriação de guerras em campo aberto. O conflito se resolve em negociações dentro de estalagens de madeira e em confrontos armados nas ruas de Kyoto. É uma representação seca da sobrevivência histórica, que constrói sua base de entretenimento apenas nos fatos e na poeira levantada por botas e lâminas na transição de eras.
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Formada em Sociologia, Maisa Gebara exerce a função de redatora no site do Cinema Guiado desde 2025.
