Pela primeira vez na história da premiação, um ator brasileiro concorre na categoria de Melhor Ator e um diretor de fotografia brasileiro é lembrado
O nome é conhecido por todos: Wagner Moura, por sua atuação em O Agente Secreto, de Kleber Mendonça Filho. O filme também concorre como Melhor Filme Internacional.
A VOZ DE QUEM CRITICA
O Critics Choice Awards foi criado em 1995 pela Critics Choice Association — a maior entidade de críticos de cinema dos Estados Unidos e Canadá, com 576 membros votantes. O prêmio nasceu com uma proposta clara: dar voz aos profissionais que assistem cinema como ofício.
Enquanto o Globo de Ouro é votado por jornalistas internacionais e o Oscar pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, o Critics reúne aqueles cujo trabalho diário é destrinchar narrativas, decupar planos, pensar sobre como a forma cinematográfica cria sentido.
Fazem parte da associação críticos de veículos como as revistas Variety e The Hollywood Reporter, e do site Deadline, além de sites especializados e publicações menores. Gente que assistiu a milhares de filmes e desenvolveu um vocabulário técnico para falar sobre eles.

O TERMÔMETRO do Oscar
Por tudo isso, o Critics funciona como termômetro do Oscar. Desde sua criação, a premiação acertou 60% dos vencedores de Melhor Filme do Oscar. Mais impressionante ainda é o dado de Melhor Diretor: em 30 anos, coincidiu com o Oscar em 24 oportunidades, taxa de acerto superior a 85%.
Isso não transforma o Critics em oráculo, mas talvez numa bússola: ele indica para onde o vento está soprando, quais narrativas estão ressoando, que tipo de cinema está sendo valorizado naquele momento específico da cultura.
E 2026, o que vemos é o seguinte: Pecadores, filme de Ryan Coogler, lidera as indicações com 17 indicações. Logo atrás vem Uma Batalha Após a Outra com 14 indicações. Já Marty Supreme, com Timothée Chalamet, recebeu oito indicações incluindo Melhor Filme e Melhor Diretor para Josh Safdie, cineasta dos irmãos que dirigiram Joias Brutas e que agora trabalha sozinho pela primeira vez.
Mas o que torna esta edição particularmente significativa para o Brasil não é apenas a presença de O Agente Secreto na disputa. É o fato de Wagner Moura ser o primeiro latino a concorrer especificamente na categoria de Melhor Ator dessa premiação. Não Melhor Ator Coadjuvante, não Melhor Ator Internacional — Melhor Ator, ponto. Ao lado de nomes como Michael B. Jordan e outros gigantes de Hollywood. É o reconhecimento de que sua atuação está entre as mais expressivas do ano, independentemente do idioma.
As chances de ‘O AGENTE SECRETO’
O Agente Secreto é o filme mais recente de Kleber Mendonça Filho, diretor pernambucano que há anos constrói uma filmografia de respeito, sobretudo pela densidade política. Depois de Aquarius e Bacurau (este último vencedor do Prêmio do Júri em Cannes), Kleber retorna com um thriller político baseado em fatos. O filme já venceu os prêmios de Melhor Filme Internacional e Melhor Ator no New York Film Critics Awards — um dos grupos de críticos mais respeitados dos Estados Unidos — e chegou ao Critics com duas indicações que carregam peso considerável.
O que a obra propõe, em termos de linguagem, é uma fusão entre o cinema de gênero (o thriller de espionagem) e a observação meticulosa do cotidiano, marca registrada do diretor. Wagner Moura, ator que já provou sua versatilidade em produções nacionais e internacionais, encontra aqui um personagem que exige camadas — o homem comum arrastado para engrenagens maiores que ele, figura tão cara ao cinema político brasileiro quanto à tradição do noir.
Vale lembrar que 2025 foi o ano de Ainda Estou Aqui, de Walter Salles, com Fernanda Torres. O filme arrebatou o Globo de Ouro e recebeu três indicações ao Oscar, vencendo a estatueta de Melhor Filme Internacional. Foi fenômeno de bilheteria nacional, com mais de 3 milhões de espectadores, e abriu portas para que o mundo voltasse a olhar o cinema brasileiro com atenção renovada.
Ainda Estou Aqui e O Agente Secreto são obras complementares que revelam como o cinema nacional está escolhendo narrar a si mesmo. Ambos lidam com opressão, trabalham com o não-dito, escolhem a contenção dramática em vez do melodrama.
O Critics tem peculiaridades que o diferenciam de outras premiações. Além de reconhecer cinema e televisão na mesma cerimônia, o prêmio oferece categorias expandidas: são até seis indicados em categorias de atuação, há prêmio para Melhor Elenco e existe uma categoria separada para Melhor Filme de Comédia, permitindo que obras cômicas não fiquem esmagadas pelo peso dos dramas na disputa principal. E isso tem valor — permite que diferentes registros de cinema sejam celebrados sem precisar competir diretamente.

Outro brasileiro no páreo
Mas há também outro Brasil representando no Critics Choice 2026, e este merece atenção especial.
Adolpho Veloso, diretor de fotografia paulista de 37 anos, está indicado na categoria de Melhor Cinematografia pelo delicado Sonhos de Trem, drama de época dirigido por Clint Bentley e disponível na Netflix.
É mais uma importante presença brasileira na premiação. Veloso não é um nome conhecido do grande público, mas seu trabalho em Sonhos de Trem tem sido descrito pela crítica internacional como "cada frame é uma pintura".
Filmado em apenas 29 dias em uma floresta da Costa do Pacífico, com luz natural e câmera na mão, o longa exigiu do fotógrafo uma abordagem quase documental para um drama ambientado no início do século XX. O resultado é uma fotografia que oscila entre o registro histórico e a memória — como se estivéssemos vendo fotografias antigas encontradas numa caixa, tentando reconstituir a vida de alguém através de imagens fora de ordem.
É trabalho técnico de altíssimo nível. Veloso já venceu os prêmios de cinematografia das associações de críticos de Los Angeles, Boston e San Diego, e está na shortlist do Oscar. Mais que isso: chamou a atenção de M. Night Shyamalan, para quem está fotografando o próximo filme.
É trajetória que começou em São Paulo, passou por documentários e ficções no Brasil, atravessou a Argentina e a Europa, e agora desemboca em Hollywood — não pelo caminho óbvio das superproduções, mas pelo cinema independente e de autor, que valoriza a fotografia como linguagem narrativa, não apenas como deslumbre visual.

O QUE significaria UMA VITóRIA PARA o Brasil?
Para quem acompanha de casa, a transmissão pela TNT e HBO Max começa às 21h, com comentários de Aline Diniz — jornalista especializada em cultura pop e cinema que traz contexto para o público brasileiro. Terá tradução simultânea, análise dos looks, explicação sobre quem são os indicados menos conhecidos.
E sobre ganhar ou perder: o que significaria para Wagner Moura levar a estatueta? Simbolicamente, seria enorme. O reconhecimento de que um ator brasileiro, trabalhando em um filme brasileiro, dirigido por um cineasta brasileiro, falado em português, conseguiu se posicionar entre os melhores do ano. Não como exceção, mas de igual para igual.
Isso abriria portas? Talvez. O cinema funciona com narrativas, e a narrativa do "ator latino que venceu os americanos" tem força. Mas o valor maior está no que já aconteceu: a indicação em si.
Porque o que o Critics Choice faz, no fundo, é curadoria pública. Ao indicar um filme, ao colocá-lo numa lista ao lado de produções com orçamentos dez vezes maiores, a associação está dizendo: "Isso aqui merece ser visto. Isso aqui é relevante." E numa indústria onde a distribuição internacional é gargalo constante, onde filmes brasileiros raramente conseguem lançamento fora do país, ser indicado ao Critics Choice é também ser incluído nas conversas globais sobre cinema.
O Agente Secreto teve lançamento estratégico nos Estados Unidos: aberturas graduais em cidades-chave, começando pelos mercados onde a crítica especializada tem mais peso — Nova York, Los Angeles, São Francisco. É distribuído pela Vitrine Filmes no Brasil, mas internacionalmente conta com estrutura de produção que envolveu parceiros franceses, alemães e holandeses.
É uma coprodução no sentido pleno: dinheiro e talentos de diferentes países trabalhando juntos. Esse modelo, cada vez mais comum no cinema contemporâneo, permite que filmes como este existam — obras que não caberiam no sistema de estúdios americano, mas que também transcendem o alcance do cinema 100% nacional.
Kleber Mendonça Filho representa, nesse sentido, o cineasta do século XXI: enraizado localmente (Recife está em seus filmes como presença física e espiritual), mas conectado globalmente (sua linguagem dialoga com Hitchcock, com o cinema político latino-americano, com o thriller europeu). Wagner Moura, da mesma forma, é ator que transita entre Tropa de Elite e séries da Netflix, entre o cinema autoral brasileiro e produções de Hollywood, sem perder a capacidade de viver personagens com verdade.
O horário da premiação — 21h no Brasil, 19h na costa leste dos EUA, 16h em Los Angeles — foi escolhido para maximizar audiência em diferentes fusos. É domingo à noite, momento em que parte significativa do público está disponível. E diferentemente do Oscar, que se estende por quatro horas, o Critics Choice tende a ser mais enxuto: cerca de duas horas e meia. Tempo suficiente para não cansar.
As tendências que serão DITADAS
A cerimônia de domingo não vai apenas distribuir troféus, vai indicar tendências. Vai mostrar que tipo de cinema a crítica norte-americana e canadense está valorizando neste momento. Se Pecadores dominar a noite, teremos um sinal de que o cinema autoral de gênero (Ryan Coogler vem de Pantera Negra e agora fez um filme de vampiros) está sendo levado a sério como arte, não apenas como entretenimento. Se Marty Supreme se sair bem, teremos confirmação de que Timothée Chalamet continua sendo um dos atores mais interessantes de sua geração, capaz de carregar filmes menores nas costas.
E se O Agente Secreto vencer em Melhor Filme Internacional ou se Wagner Moura levar Melhor Ator? Teremos a confirmação de que o cinema brasileiro é, sim, relevante em termos globais.
Claro, premiação nenhuma é uma régua absoluta de qualidade. Filmes excelentes perdem prêmios o tempo todo para obras medíocres que, muitas vezes, só vencem porque fizeram uma campanha melhor. É ingenuidade tratar qualquer prêmio como veredito final sobre o valor de uma obra. Mas é igualmente ingênuo fingir que prêmios não importam. Eles importam, sim, para a carreira dos envolvidos, para a distribuição do filme, para a memória que construímos sobre o cinema de uma época.
Quando, daqui a 20 anos, alguém quiser entender o que estava acontecendo no cinema de 2025-2026, vai olhar para os indicados e vencedores das principais premiações. Vai ver que Ainda Estou Aqui foi reconhecido internacionalmente, que O Agente Secreto chegou ao Critics Choice na categoria principal de atuação. Vai ler isso como sinal de um momento específico do nosso cinema.
Confira abaixo todos os indicados na categoria de cinema:
Melhor Filme
- “Bugonia”
- “Frankenstein”
- “Hamnet”
- “Jay Kelly”
- “Marty Supreme”
- “Uma Batalha Após a Outra”
- “Valor Sentimental”
- “Pecadores”
- “Sonhos de Trem”
- “Wicked: Parte 2”
Melhor Filme Internacional
- “O Agente Secreto” (Brasil)
- “Foi Apenas um Acidente” (França)
- “A Garota Canhota” (Taiwan)
- “A Única Saída” (Coreia do Sul)
- “Sirāt” (Espanha)
- “Belén” (Argentina)
Melhor Ator
- Timothée Chalamet – “Marty Supreme”
- Leonardo DiCaprio – “Uma Batalha Após a Outra”
- Joel Edgerton – “Sonhos de Trem”
- Ethan Hawke – “Blue Moon”
- Michael B. Jordan – “Pecadores”
- Wagner Moura – “O Agente Secreto”
Melhor Atriz
- Jessie Buckley – “Hamnet”
- Rose Byrne – “Se Eu Tivesse Pernas te Chutaria”
- Chase Infiniti – “Uma Batalha Após a Outra”
- Renate Reinsve – “Valor Sentimental”
- Amanda Seyfried – “The Testament of Ann Lee”
- Emma Stone – “Bugonia”
Melhor Ator Coadjuvante
- Benicio del Toro – “Uma Batalha Após a Outra”
- Jacob Elordi – “Frankenstein”
- Paul Mescal – “Hamnet”
- Sean Penn – “Uma Batalha Após a Outra”
- Adam Sandler – “Jay Kelly”
- Stellan Skarsgård – “Valor Sentimental”
Melhor Atriz Coadjuvante
- Elle Fanning – “Valor Sentimental”
- Inga Ibsdotter Lilleaas – “Valor Sentimental”
- Wunmi Mosaku – “Pecadores”
- Ariana Grande – “Wicked: Parte 2”
- Amy Madigan – “A Hora do Mal”
- Teyana Taylor – “Uma Batalha Após a Outra”
Melhor Melhor Jovem Ator ou Atriz
- Everett Blunck – “The Plague”
- Miles Caton – “Pecadores”
- Cary Christopher – “A Hora do Mal”
- Shannon Mahina Gorman – “Família de Aluguel”
- Jacobi Jupe – “Hamnet”
- Nina Ye – “A Garota Canhota”
Melhor Elenco
- Nina Gold – “Hamnet”
- Douglas Aibel, Nina Gold – “Jay Kelly”
- Jennifer Venditti – “Marty Supreme”
- Cassandra Kulukundis – “Uma Batalha Após a Outra”
- Francine Maisler – “Pecadores”
- Tiffany Little Canfield, Bernard Telsey – “Wicked: Parte 2”
Melhor Diretor
- Paul Thomas Anderson – “Uma Batalha Após a Outra”
- Ryan Coogler – “Pecadores”
- Guillermo del Toro – “Frankenstein”
- Josh Safdie – “Marty Supreme”
- Joachim Trier – “Valor Sentimental”
- Chloé Zhao – “Hamnet”
Melhor Roteiro Original
- Noah Baumbach, Emily Mortimer – “Jay Kelly”
- Ronald Bronstein, Josh Safdie – “Marty Supreme”
- Ryan Coogler – “Pecadores”
- Zach Cregger – “A Hora do Mal”
- Eva Victor – “Sorry, Baby”
- Eskil Vogt, Joachim Trier – “Valor Sentimental”
Melhor Roteiro Adaptado
- Paul Thomas Anderson – “Uma Batalha Após a Outra”
- Clint Bentley, Greg Kwedar – “Sonhos de Trem”
- Park Chan-wook, Lee Kyoung-mi, Don Mckellar, Jahye Lee – “A Única Saída”
- Guillermo del Toro – “Frankenstein”
- Will Tracy – “Bugonia”
- Chloé Zhao, Maggie O’Farrell – “Hamnet”
Melhor Fotografia
- Claudio Miranda – “F1: O Filme”
- Dan Laustsen – “Frankenstein”
- Łukasz Żal – “Hamnet”
- Michael Bauman – “Uma Batalha Após a Outra”
- Autumn Durald Arkapaw – “Pecadores”
- Adolpho Veloso – “Sonhos de Trem”
Melhor Design de Produção
- Kasra Farahani, Jille Azis – “Quarteto Fantástico: Primeiros Passos”
- Tamara Deverell, Shane Vieau – “Frankenstein”
- Fiona Crombie, Alice Felton – “Hamnet”
- Jack Fisk, Adam Willis – “Marty Supreme”
- Hannah Beachler, Monique Champagne – “Pecadores”
- Nathan Crowley, Lee Sandales – “Wicked: Parte 2”
Melhor Montagem
- Kirk Baxter – “Casa de Dinamite”
- Stephen Mirrione – “F1: O Filme”
- Ronald Bronstein, Josh Safdie – “Marty Supreme”
- Andy Jurgensen – “Uma Batalha Após a Outra”
- Viridiana Lieberman – “A Vizinha Perfeita”
- Michael P. Shawver – “Pecadores”
Melhor Figurino
- Kate Hawley – “Frankenstein”
- Malgosia Turzanska – “Hamnet”
- Lindsay Pugh – “Hedda”
- Colleen Atwood, Christine Cantella – “O Beijo da Mulher Aranha”
- Ruth E. Carter – “Pecadores”
- Paul Tazewell – “Wicked: Parte 2”
Melhor Cabelo & Maquiagem
- Flora Moody, John Nolan – “Extermínio: A Evolução”
- Mike Hill, Jordan Samuel, Cliona Furey – “Frankenstein”
- Siân Richards, Ken Diaz, Mike Fontaine, Shunika Terry – “Pecadores”
- Kazu Hiro, Felix Fox, Mia Neal – “Coração de Lutador: The Smashing Machine”
- Leo Satkovich, Melizah Wheat, Jason Collins – “A Hora do Mal”
- Frances Hannon, Mark Coulier, Laura Blount – “Wicked: Parte 2”
Melhores Efeitos Visuais
- Joe Letteri, Richard Baneham, Eric Saindon, Daniel Barrett – “Avatar: Fogo e Cinzas”
- Ryan Tudhope, Nikeah Forde, Robert Harrington, Nicolas Chevallier, Eric Leven, Edward Price, Keith Dawson – “F1: O Filme”
- Dennis Berardi, Ayo Burgess, Ivan Busquets, José Granell – “Frankenstein”
- Alex Wuttke, Ian Lowe, Jeff Sutherland, Kirstin Hall – “Missão: Impossível — O Acerto Final”
- Michael Ralla, Espen Nordahl, Guido Wolter, Donnie Dean – “Pecadores”
- Stephane Ceretti, Enrico Damm, Stéphane Nazé, Guy Williams – “Superman”
Melhor Longa DE Animação
- “Arco”
- “In Yours Dreams”
- “Little Amélie or The Character of Rain”
- “Elio”
- “Guerreiras do K-Pop”
- “Zootopia 2”
Melhor Design de Dublê
- Stephen Dunlevy, Kyle Gardiner, Jackson Spidell, Jeremy Marinas, Jan Petřina, Domonkos Párdányi, Kinga Kósa-Gavalda – “Ballerina”
- Gary Powell, Luciano Bacheta, Craig Dolby – “F1: O Filme”
- Wade Eastwood – “Missão: Impossível — O Acerto Final”
- Brian Machleit – “Uma Batalha Após a Outra”
- Andy Gill – “Pecadores”
- Giedrius Nagys – “Tempo de Guerra”
Melhor Comédia
- “A Balada de Wallis Island”
- “Eternidade”
- “Amizade Tóxica”
- “Corra que a Polícia Vem Aí!”
- “O Esquema Fenício”
- “Amores à Parte”
Melhor Canção
- “Drive” – Ed Sheeran, John Mayer, Blake Slatkin – “F1: O Filme”
- “Golden” – Ejae, Mark Sonnenblick, Ido, 24, Teddy – “Guerreiras do K-Pop”
- “I Lied to You” – Raphael Saadiq, Ludwig Göransson – “Pecadores”
- “Clothed by the Sun” – Daniel Blumberg – “The Testament of Ann Lee”
- “Train Dreams” – Nick Cave, Bryce Dessner – “Sonhos de Trem”
- “The Girl in the Bubble” – Stephen Schwartz – “Wicked: Parte 2”
Melhor Som
- Al Nelson, Gwendolyn Yates Whittle, Gary A. Rizzo, Juan Peralta, Gareth John – “F1: O Filme”
- Nathan Robitaille, Nelson Ferreira, Christian Cooke, Brad Zoern, Greg Chapman – “Frankenstein”
- Jose Antonio Garcia, Christopher Scarabosio, Tony Villaflor – “Uma Batalha Após a Outra”
- Chris Welcker, Benny Burtt, Brandon Proctor, Steve Boeddeker, Felipe Pacheco, David V. Butler – “Pecadores”
- Laia Casanovas – “Sirāt”
- Mitch Low, Glenn Freemantle, Ben Barker, Howard Bargroff, Richard Spooner – “Tempo de Guerra”
Melhor Trilha Original
- Hans Zimmer – “F1: O Filme”
- Alexandre Desplat – “Frankenstein”
- Max Richter – “Hamnet”
- Daniel Lopatin – “Marty Supreme”
- Jonny Greenwood – “Uma Batalha Após a Outra”
- Ludwig Göransson – “Pecadores”
E aí, sua torcida vai pra quem? Comenta aqui embaixo.
Assista ao trailer oficial de O Agente Secreto, produzido pela Vitrine Filmes:
Herbert Bianchi é diretor e roteirista formado em Cinema pela FAAP. Foi indicado ao Prêmio Shell em 2017 e conta com mais de 15 anos atuando em cinema e teatro. Em 2023, criou o Cinema Guiado, um projeto dedicado à curadoria de bons filmes e à compreensão da linguagem cinematográfica.

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