Backrooms

Primeiras reações a ‘Backrooms’ descrevem o terror como pesadelo selvagem

​Backrooms: Um Não-Lugar marca a estreia na direção de Kane Parsons, que expande seu fenômeno viral do YouTube para uma produção claustrofóbica da A24.

O fenômeno das lendas urbanas da internet está prestes a tomar as telas grandes. As primeiras impressões de críticos que viram Backrooms, a aguardada adaptação cinematográfica da famosa creepypasta que nasceu em 2019, são majoritariamente positivas, com 87% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Sob o selo da prestigiada produtora A24, o projeto ganhou contornos robustos em Hollywood e promete ser um dos lançamentos mais comentados de 2026.

A direção ficou a cargo do jovem Kane Parsons, de apenas 20 anos, que chocou a internet ao lançar uma série de curtas metragens em formato de found footage em seu canal do YouTube, Kane Pixels. Mas se na web os vídeos originais acompanhavam um jovem cineasta caindo em outra dimensão labiríntica e amarelada, o longa-metragem expande a narrativa de forma ambiciosa.

A trama agora traz Chiwetel Ejiofor no papel de um terapeuta, dividindo o protagonismo com a talentosa atriz norueguesa Renate Reinsve, de Valor Sentimental.

As reações iniciais indicam que a transição do ambiente digital para o formato cinematográfico tradicional obteve pleno e total êxito estético. Os críticos apontam que a produção consegue evocar um terror focado no desconforto de toda forma. A atmosfera sufocante dos corredores infinitos de carpete úmido e lâmpadas fluorescentes parece ter sido preservada com rigor, traduzindo o desespero do isolamento em uma experiência angustiante.

De acordo com os relatos, o maior trunfo do longa está em sua condução narrativa e nas atuações centrais. Uma das percepções mais valiosas da crítica internacional sobre o filme é a de que “Kane Parsons entrega uma estreia promissora em longas-metragens, estabelecendo-se firmemente como um nome para se prestar atenção”, impulsionado por atuações vulneráveis e intensas de seu elenco principal.

O desenho de produção e a trilha sonora — que contou com a colaboração do próprio diretor no processo de composição — foram amplamente elogiados. A mistura de cenários práticos com efeitos visuais digitais gerados no programa Blender cria uma iluminação amarelada decadente. Esse visual simula a estética de fitas cassete antigas e o terror analógico que consagrou a franquia na internet.

Os críticos ressaltam que, embora o ritmo exija certa paciência do espectador por apostar em uma construção gradual de tensão, o resultado final se consolida como um pesadelo que permanece na mente após o término da sessão.

O projeto é produzido em parceria pela A24 com a Atomic Monster, empresa de James Wan, e a 21 Laps, de Shawn Levy. A combinação desses nomes de peso com o talento bruto do jovem diretor parece ter gerado um equilíbrio entre o cinema autoral de atmosfera e o apelo do horror comercial contemporâneo.

O desfecho da produção foi classificado nas redes sociais como uma sequência que induz a uma profunda crise de ansiedade no público.

Para os cinéfilos amantes do gênero, resta assistir ao pesad elos nos cinemas. Diante da excelente recepção crítica inicial e do tamanho das produtoras envolvidas, espera-se que o filme desperte uma crise de ansidedade nos espectadores.

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Confira o trailer:

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